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12/05/15

A maior deusa do amor é portista


A Taça Arsenal é uma monumental obra de arte que só pode ser admirada no Museu FC Porto by BMG. É o maior troféu do Mundo atribuído em futebol, nasceu portuense, com genuína identidade de Dragão, e entrou no espólio portista há 65 anos.
Esta sublime relíquia perpetua a vitória (3-2) do FC Porto sobre os ingleses do Arsenal, no Estádio do Lima, em 6 de Maio de 1948, mas também conta uma história de amor. A ideia da criação da taça surgiu depois do jogo e partiu de um grupo de seis sócios portistas, reunidos em comissão pró-troféu. Foram lançados um concurso para apresentação de projectos e uma subscrição pública, à qual a grande família azul e branca respondeu apaixonadamente.
O registo dessa subscrição está exposto junto à Taça Arsenal, um conjunto de 2,80 metros de altura e cerca de 250 quilos de peso, projectado pelo arquitecto João Antunes e os escultores Martinho de Brito e Albano França, que se divide em duas partes: o ‘Escrínio’ (madeira, prata e vidros em cristal) e a ‘Taça da Vitória’ (ouro e prata). A execução das peças teve lugar na já desaparecida Ourivesaria Aliança, à Rua das Flores, no Porto, e custou cerca de 200 mil escudos (1.000 euros) – à época, uma fortuna.
No dia 21 de Outubro de 1949, a sede do FC Porto, então localizada na actual Praça General Humberto Delgado, recebeu a cerimónia de entrega. Além dos dirigentes portistas, como o presidente Miguel Pereira, estiveram presentes entidades civis, desportivas e militares. O Arsenal associou-se enviando uma bandeira oficial do clube.
Era vontade da comissão pró-troféu – José Moreira, Eloy Silva, Ivo de Araújo, Torcato Plácido, Eduardo Soares e Manuel Ferreira – realizar a cerimónia em espaço maior, mas foi decidido montar logo o conjunto em local considerado definitivo. A Taça Arsenal passou a dominar a Sala de Troféus da sede do FC Porto, sendo contemplada diariamente pelo público, em horário vespertino e nocturno, com excepção das noites de terças e sextas-feiras, dias de reunião dos órgãos sociais portistas.

Porto24.pt

10/03/10

Arsenal 5 FC Porto 0

Goleada sofrida e adeus da Liga dos Campeões



Mais do que fazer análises e culpabilizar técnico, jogadores e dirigentes, o FC Porto atravessa infelizmente o fim de um ciclo.
Os últimos jogos são a prova disso mesmo e ontem a dizer a verdade só vi 15 minutos do jogo e desisti de ver o jogo.
Não porque não assumo as derrotas ou por falta de desportivismo mas simplesmente porque gosto de futebol e aquilo não parecia futebol.
Foi triste sim mas há que levantar a cabeça e começar a planear bem o próximo ano e para isso é indispensável conseguir o acesso à Liga dos Campeões... se não conseguirmos é mesmo uma época falhadíssima... ainda tem as tacinhas mas enfim...
Publico com a devida vénia a crónica de João Vieira Pinto no jornal OJogo que concordo inteiramente:

1-Falta experiência a Nuno André Coelho que acabou por ser uma vítima
A titularidade de Nuno André Coelho, a actuar na posição "6", foi a grande surpresa do jogo de ontem e é normal que seja um alvo fácil. Não se pode, no entanto, culpabilizar um só jogador num encontro em que se perde por 5-0. Nuno André Coelho fez o que pôde enquanto esteve em campo, que coincidiu com o pior período do FC Porto. O seu problema é faltar-lhe a experiência necessária para este tipo de jogos. O central adaptado a trinco foi vítima do enorme receio que o FC Porto demonstrou na primeira parte, com sucessivos erros na defesa e em que foi totalmente incapaz de reagir à forte pressão que o Arsenal exerceu na primeira meia hora.

2-FC Porto receou demasiado este jogo
Depois de uma primeira mão em que, além da vitória, o FC Porto jogara de igual para igual com a equipa inglesa, ninguém estaria à espera de uma transfiguração como a de ontem mas na época passada já tinha acontecido algo assim contra este Arsenal. O FC Porto receou demasiado este jogo, entrou muito recuado e demasiado longe da baliza contrária. E, ao não conseguir sair da pressão, estava sempre a sofrer! Das poucas vezes que se libertou, não conseguiu definir o passe, perdendo a bola. Na primeira parte, a única oportunidade foi a bola que Hulk ganhou na direita e depois cruzou para defesa de Almunia, o que é muito pouco.

3-Defender não era a solução
Os últimos resultados não ajudaram em termos de confiança e a equipa do FC Porto está a atravessar um momento muito frágil. Respeitou demasiado o adversário de ontem e não me parece que a melhor solução para uma eliminatória que se está a ganhar por 2-1 seja só defender! Nestes jogos é preciso coragem, personalidade da equipa e isso foram coisas que faltaram ao FC Porto. Tal como quando se ganha, também nas derrotas não vale a pena individualizar, pois a culpa é de todos - dos jogadores ao treinador. Até porque, à excepção de Helton, especialmente na primeira parte, todos estiveram ao mesmo nível. O Arsenal percebeu que o FC Porto entrou receoso e sem soluções ofensivas, ganhando confiança. Além disso, aproveitou bem as alas e o facto de os campeões nacionais terem os sectores muito distanciados, em especial o meio-campo e a defesa.

4-Faltou pressionar os centrais e levá-los a cometer erros
Os jogadores portistas queriam mas sentiam-se impotentes para reagir perante um Arsenal muito forte do meio-campo para a frente mas que tem na defesa - em particular nos centrais - o seu ponto fraco. Só que o FC Porto não conseguiu pressioná-los nem levá-los a cometer erros. Para isso era preciso subir no terreno, o que não sucedeu muito por culpa de Song e Diaby, que controlaram o jogo de princípio a fim e depois libertavam os companheiros da frente, casos de Nasri e Arshavin. Mas é essa fragilidade defensiva que faz com que, na Liga dos Campeões, falte sempre algo ao Arsenal. No caso do Campbell, por exemplo, defrontei-o algumas vezes e senti que é limitado se for pressionado e que em movimentos curtos de desmarcação é permeável. Coisas que o FC Porto não fez…

5-Com Rodríguez a equipa soltou-se
O FC Porto podia ter relançado o jogo caso a oportunidade de Falcao na segunda parte tivesse tido melhor destino em vez de ir à figura de Almunia. E se esta serviu para demonstrar alguma coisa foi que o receio é que impediu o FC Porto de ter feito um resultado melhor. A entrada de Rodríguez permitiu a Álvaro Pereira subir mais pelo corredor. Arriscando, o FC Porto soltou-se mais mas ao mesmo tempo permitiu que o jogo se partisse e que o Arsenal explorasse os flancos, o que fez de forma rápida e marcando golos! Nestes jogos, os erros pagam-se caro e o quarto golo é um bom exemplo - surgiu de um canto a favor do FC Porto e foi uma boa demonstração de um erro de posicionamento da equipa.

6-Jogo decidido pelo grande golo de Nasri depois de Helton ter adiado o mais possível

O momento decisivo foi o 3-0, não só por ter sido um grande golo do Nasri mas sobretudo por ter acabado com o jogo numa altura em que dava a sensação que o FC Porto poderia chegar ao golo e relançar a eliminatória. Depois de chegar ao 2-0, o Arsenal, obviamente, tentou segurar o jogo e fez aquilo que as boas equipas inglesas fazem muito bem: transições rapidíssimas que, sempre que o FC Porto subia um pouco no terreno, deixavam logo três ou quatro jogadores para trás. Além da qualidade técnica dos seus elementos, o Arsenal é uma equipa fria, personalizada e que cria muitas oportunidades de golo. Aliás, podia ter matado o jogo na primeira parte, não fosse Arshavin tão displicente e não estivesse Helton em grande. 

7-Jesualdo será o primeiro a intuir o fim do ciclo
O FC Porto tem feito uma época muito irregular e a irregularidade não dá títulos! Perdeu pontos que normalmente não perderia e os jogos com Olhanense e Sporting demonstram isso mesmo. Na Champions, ante equipas inglesas e o Arsenal em particular, não conseguiu ultrapassar os seus receios e o peso da história. A nível interno, tentará agora chegar ao segundo lugar, o que não está fácil, e vencer a Taça da Liga (seguramente uma prova que quer ganhar!) e a Taça de Portugal. Caso consiga, será pouco mas ainda assim um mal menor. Nesta altura é legítimo questionar se o ciclo de Jesualdo Ferreira estará a terminar. Penso que nem seria preciso este jogo com o Arsenal para se perceber que sim e que o primeiro a perceber isso será o treinador.

09/03/10

Arsenal - FC Porto

O Porto vai hoje a Londres jogar contra o Arsenal na 2ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões às 19h45 com transmissão na RTP 1 e na Sport tv 1. Para este jogo foram convocados os seguintes jogadores:
Guarda-redes: Helton e Nuno
Defesas: Fucile, Miguel Lopes, Alvaro Pereira, Rolando, Bruno Alves, Nuno André Coelho e Maicon
Médios: Ruben Micael, Tomás Costa, Guarín, Raul Meireles, e Belluschi
Avançados: Cristian Rodriguez, Falcao, Mariano, Hulk e Varela

Onze que o Dragão Madeirense arrisca:
Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves e Alvaro Pereira, Tomás Costa, Ruben Micael, Raul Meireles, Varela, Hulk e Falcão.

Força Porto, acreditamos em vocês... Os quartos (de final) estão à nossa espera...

11/12/08

Liga dos Campeões: FC Porto 2 Arsenal 0

UEFA Champions League, Grupo G, 6ª jornada
10 de Dezembro de 2008
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 37.602 espectadores
Árbitro: Kyros Vassaras (Grécia)
Assistentes: Dimitris Bozatzidis e Cristos Gennaios
4º Árbitro: Michail Koukoulakis
F.C. PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Pedro Emanuel «cap»; Lucho, Fernando e Raul Meireles; Lisandro, Hulk e Rodríguez
Substituições: Lucho por Tomás Costa (78m), Rodríguez por Mariano (78m) e Hulk por Guarin (87m)
Não utilizados: Nuno, Stepanov, Lino e Sektioui
Treinador: Jesualdo Ferreira
ARSENAL: Almunia «cap»; Eboué, Gallas, Djourou e Silvestre; Ramsey, Denilson, Song e Diaby; Vela e Bendtner
Substituições: Ramsey por Wilshere (59m), Diaby por Gibbs (59m) e Song por Randall (78m)
Não utilizados: Fabianski, Hoyte, Mérida e Simpson
Treinador: Arsène Wenger
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Bruno Alves (39m) e Lisandro (54m)
Disciplina: cartão amarelo a Lucho (50m) e Eboué (51m)

Fotos em
http://www.fcporto.pt/Adeptos/Galeria/Fotos/adepgaleria_fcparsenal_101208.asp

Vídeo
http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&videoid=48064196

10/12/08

Liga dos Campeões: FC Porto - Arsenal

Estádio do Dragão, às 19h45 na Sport TV 1
Árbitro Kyros Vassaras (Grécia), Assistentes Dimitris Bozatzidis e Cristos Gennaios

Porto: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Fernando, Raul Meireles, Lucho, Rodríguez, Lisandro, Hulk. (Treinador: Jesualdo Ferreira)
Arsenal: Almunia, Gibbs, Silvestre, Gallas, Djourou, Denilson, Song, Diaby, Eboué, Bendtner, Vela. (Treinador: Arsène Wenger)

30/09/08

Liga dos Campeões - 2ª Jornada: Arsenal - FC Porto

Estádio: Emirates Stadium  (Londres)

19h45 com transmissão na RTP1 

Árbitro: Herbert Fandel (Alemanha)

Assistentes: Carsten Kadach e Mike Pickel

Equipas prováveis:

Arsenal – Almunia; Sagna, Toure, Gallas e Clichy; Eboue, Fabregas, Denilson e Walcott; Adebayor e Van Persie.

Outros convocados: Fabianski, Senderos, Djourou, Silvestre, Nasri, Ramsey, Bendtner e Vela.

FC Porto – Helton; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves e Benitez; Lucho Gonzalez, Fernando e Raul Meireles; Mariano Gonzalez, Lisandro e Rodriguez.

Outros convocados: Nuno, Pedro Emanuel, Lino, Hulk, Tomás Costa, Stepanov, Guarin e Candeias.

29/08/08

Arsenal, Fenerbahçe e Dínamo Kiev são os adversários na «Champions»

Arsenal, Fenerbahçe e Dínamo Kiev são os adversários do F.C. Porto no Grupo G da UEFA Champions League, ditou o sorteio realizado esta quinta-feira, no Fórum Grimaldi, no Mónaco. Recordistas de participações, os Dragões apresentam-se na edição de 2008/09 a 17 de Setembro, recebendo a equipa turca.
Treze vezes campeão de Inglaterra, o Arsenal, orientado por Arsène Wenger, reencontra os Dragões na fase de grupos, depois de as duas equipas terem assegurado o apuramento para os oitavos-de-final na época de 2006/07. Na temporada anterior, os londrinos atingiram a final, perdendo, por 2-1, frente ao Barcelona. Na terceira pré-eliminatória, o Arsenal derrotou o Twente, da Holanda, nos dois encontros (4-0 e 2-0).
Treinado por Luis Aragonés, que se sagrou recentemente campeão europeu pela Espanha, o Fenerbahçe, segundo classificado do campeonato turco, dispõe de vários jogadores experientes no seu plantel, como Roberto Carlos, Deivid, Alex, Apiah e Diego Lugano, que soube enriquecer com as contratações de Emre (ex-Newcastle) e Guiza (ex-Mallorca), o melhor marcador da liga espanhola. Nas segunda e terceira rondas de acesso à UEFA Champions League, o Fenerbahçe afastou o MTK Budapeste e o Partizan.
Segundo classificado do campeonato da Ucrânia, atrás do Shaktar Donetsk, o Dínamo de Kiev eliminou o Drogheda e o Spartak de Moscovo antes de atingir a fase de grupos. Entre o seu plantel destacam-se os romenos Cernat e Ghioane, o letão Verkapovskis, o finlandês Eremenko e os ucranianos Milevski e Aliev. Na trajectória para a vitória em Viena, a 27 de Maio de 1987, o F.C. Porto afastou o Dínamo de Kiev nas meias-finais.

GRUPO G

17 Setembro
F.C. Porto-Fenerbahçe

30 Setembro
Arsenal-F.C. Porto

21 Outubro
F.C. Porto-Dínamo Kiev

5 Novembro
Dínamo Kiev-F.C. Porto

25 Novembro
Fenerbahçe-F.C. Porto

10 Dezembro
F.C. Porto-Arsenal