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28/08/11

Barcelona vence F. C. Porto e conquista Supertaça Europeia


O Barcelona bateu o F. C. Porto, por 2-0, e conquistou a Supertaça Europeia, no Mónaco. Messi marcou o primeiro golo e fez a assistência para Fabregas na jogada do segundo. Um erro de Guarín abriu caminho à vitória do Barça, a seis minutos do intervalo. O médio do F. C. Porto passou a bola a Messi, que, isolado na área, passou por Helton e fez o 1-0. O F. C. Porto até tinha segurado bem o ataque catalão, mas chegou ao intervalo em desvantagem.
Na segunda parte, Guarín tentou redimir-se e obrigou o guarda-redes Valdés a uma grande defesa, antes de o árbitro Bjorn Kuipers não ter visto um penálti claro na área do Barcelona, por falta de Abidal.
Nos minutos finais, Rolando foi expulso, por acumulação de cartões amarelos, e a equipa catalã aproveitou para aumentar a vantagem, por intermédio de Fabregas, após passe magistral de Messi. O F. C. Porto estava irremediavelmente derrotado e Guarín também foi expulso, por falta dura sobre Iniesta.

Bjorn Kuipers
O árbitro holandês deixou passar um penálti de Abidal sobre Guarín que podia ter dado o empate. A falta existiu e foi mesmo à sua frente. Nada a dizer nas expulsões de Rolando e do médio colombiano.

Ficha de jogo

Jogo no Estádio Luís II, no Mónaco.
Assistência 18.048 espetadores.
Barcelona Valdés, Dani Alves, Mascherano, Abidal, Adriano (Busquets, 63’), Keita, Xavi, Iniesta, Pedro Rodríguez (Fabregas, 80’), David Villa (Alexis Sánchez, 61’) e Messi. Treinador Pepe Guardiola
FC Porto Helton, Sapunaru, Rolando, Otamendi, Fucile, Souza (Fernando, 77’), Guarín, João Moutinho, Cristian Rodriguez (Varela, 69’), Hulk e Kléber (Belluschi, 77’). Treinador Vítor Pereira
Árbitro Bjorn Kuipers, da Holanda. Amarelos Cristian Rodriguez (30’), Iniesta (51’), Rolando (64’ e 86’), Guarin (81’). Vermelho Guarin (90’).
Golos 1-0, por Messi, aos 39’ e 2-0, por Fabregas, aos 88’.

25/08/11

Sousa: “Barcelona é um colosso, mas tudo é possível”

O ex-futebolista António Sousa, autor de um golo do FC Porto na conquista da Supertaça Europeia de 1987/88, reconheceu que o Barcelona “é um colosso do futebol mundial”, mas que “em 90 minutos tudo é possível”.
“Se calhar, o FC Barcelona é a melhor equipa do mundo de momento, mas, de qualquer das formas, é um jogo de 90 minutos e tudo é possível”, sustentou Sousa à Agência Lusa, recordado, enquanto jogador, pelo seu “pé canhão”.
Sousa está convicto de que “se os jogadores confiarem nas suas capacidades, forem sérios e actuarem concentradinhos, apesar de o Barcelona ser favorito, é possível mais uma vez vencer a Supertaça”.
“Espero que o consigam, porque no fundo é o futebol português que está em causa e a satisfação por alcançar tal feito será plena”, defendeu o actual treinador do Trofense.
Sousa traçou um paralelismo com o duelo com o Ajax, em 1987/88, na Supertaça, então decidida a duas “mãos”, com o FC Porto a vencer ambos os jogos por 1-0, com um golo de Rui Barros, em Amesterdão, e outro do próprio Sousa, nas Antas. “Conseguir um título e mais uma taça que para nós foi deveras importante, pelo facto de ser a primeira conseguida por um clube português e ficámos mais uma vez a fazer parte da história”, disse.
Então, tal como agora, defende Sousa, “o FC Porto também partiu para a final sabendo de antemão que o adversário era ligeiramente superior, mas o conselho que dou é acreditar sempre que é possível”.
Ao contrário de Rui Barros, autor do golo na primeira “mão” da Supertaça, António Sousa foi campeão europeu pelo FC Porto em 1986/87, sob o comando de Artur Jorge.
Sousa marcou nessa Supertaça Europeia, aos 70 minutos, sendo que, em 1983/84, também apontou o único tento da primeira final europeia da história dos “dragões”, na Taça das Taças, frente à Juventus (1-2), em Basileia.

Fonte: Publico

Rui Barros apela ao espírito de entreajuda dos dragões

Rui Barros, autor de um dos golos que deu a Supertaça Europeia ao FC Porto em 1987/88, apelou ao espírito de entreajuda dos “dragões” para superarem o Barcelona.
“O Barcelona quando joga... parece que tem mais jogadores dentro de campo. É uma super-equipa, com grandes jogadores, campeões do mundo, mas é uma final, em que tudo pode acontecer”, disse à Agência Lusa.
Rui Barros defendeu que “os jogadores quando disputam uma final têm que dar o máximo durante 90 minutos, ter um pouquinho de sorte e revelar capacidade” e “o FC Porto tem essa capacidade”.
“O FC Porto tem que recorrer ao espírito de entreajuda, com os seus elementos a apoiarem-se o máximo possível, porque é uma equipa que tem jogadores na frente que podem também resolver”, referiu.
O ex-jogador espera que os futebolistas portistas conquistem mais um troféu e relembra as “excelentes recordações” deixadas pela Supertaça Europeia conquistada em 1987/88, contra os holandeses do Ajax.
O FC Porto venceu a Supertaça, na altura disputada a duas “mãos”, com vitórias por 1-0: Rui Barros marcou no primeiro jogo, em Amesterdão, e António Sousa no segundo, no Estádio das Antas.
“São recordações excelentes. Era o meu primeiro ano de sénior no FC Porto, numa equipa que tinha ganho a Taça dos Campeões Europeus. Conseguir fazer um golo foi muito bom”, recordou à Lusa.
Para Rui Barros, jogar a Supertaça e marcar um golo foi “um marco histórico” na carreira, que no ano seguinte ganhou novo impulso com a saída para o estrangeiro, para representar a formação italiana da Juventus. “O Ajax jogava com a equipa muito subida, com muita posse de bola e a fazer muita pressão sobre o adversário, mas deixava muito espaço nas costas da defesa”, lembrou.
Para contrariar o esquema da formação holandesa, Rui Barros recorda que Tomislav Ivic lhe disse para, tirando partido da sua velocidade, tentar aproveitar esses espaços, fazendo tabelas rápidas. “E foi o que aconteceu. Houve uma tabela a meio-campo, a equipa do Ajax estava subida e fiz quase meio-campo a correr com a bola. O guarda-redes Menzo saiu e já fora da área consegui passar por ele e depois por outro jogador e fiz golo”, recorda.
Para Rui Barros, apelidado na altura de “pequeno grande jogador” ou “rato atómico”, devido à sua baixa estatura, este lance continua bem vivo na memória. “Há coisas que nunca mais se esquecem”.
O FC Porto repetiu por mais duas vezes a presença na Supertaça, mas não conseguiu reeditar o êxito alcançado com o Ajax. Perdeu o troféu para os italianos do AC Milan (2003) e os espanhóis do Valência (2004).

Fonte: Publico

24/08/11

Convocados para a Supertaça europeia

As chamadas de Defour e Cristián Rodríguez marcam a convocatória do F. C. Porto para o jogo da Supertaça Europeia com o Barcelona. Álvaro Pereira ficou de fora.
Vítor Pereira chamou o belga Defour, contratado na semana passada ao Standard de Liège, e o uruguaio Cristián Rodríguez para o embate de sexta-feira com o Barcelona, no Mónaco. O treinador do F. C. Porto não convocou Álvaro Pereira, o que pode ser um sinal de que a transferência do lateral-esquerdo para o Chelsea estará em vias de se concretizar.
James Rodríguez e Iturbe, que só há poucos dias se juntaram ao plantel portista, depois de terem participado no Mundial de Sub-20, ainda não fazem parte dos planos do técnico. Os lesionados Emídio Rafael e Alex Sandro são, como se esperava, baixas confirmadas para a partida com o Barça.
 
Lista de convocados: Helton, Bracali, Sapunaru, Fucile, Maicon, Otamendi, Rolando, Souza, Fernando, Guarín, Defour, João Moutinho, Belluschi, Hulk, Djalma, Varela, Cristián Rodríguez e Kléber.