Fórmula mágica
(O segredo do FC Porto) Passa por contratar os jogadores certos. Normalmente, o FC Porto faz boas escolhas
Paulo Ferreira, jogador do Chelsea
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Alfredo Murça, nascido a 17 de Janeiro de 1948, na Costa da Caparica, foi cinco vezes internacional "AA" por Portugal, quatro em representação dos "dragões" e um pelo Belenenses, o outro clube que também representou.
1º Presidente do FC Porto: António Nicolau d'Almeida 1893-1894Surgiu, nos últimos dias, a ideia de que o público do Dragão teria perdido a paciência com Quaresma. Houve até quem tivesse ouvido nos assobios dispensados ao extremo, em particular no jogo com o Marselha, um estridente e sonoro pedido a Jesualdo Ferreira para tirá-lo de campo. Ora, cada um ouve aquilo que quer nos assobios e eu ouvi uma coisa diferente. O que o público do Dragão quer, parece-me, não é que Quaresma seja substituído por outro jogador qualquer, mas que jogue como só ele sabe, como só ele pode. E, como é óbvio, ninguém nas bancadas do Dragão vai ficar satisfeito com menos do que aquilo a que Quaresma os foi, bem ou mal, habituando ao longo dos últimos anos. Depois, ainda há o detalhe de Quaresma ser um dos raros jogadores a quem vale a pena cobrar alguma coisa. Tome-se o jogo com o Marselha como exemplo. Depois de ter passado a maior parte da partida perdido nos seus próprios labirintos, o extremo foi despertado pelos assobios das bancadas e acordou a tempo de fazer pelo menos duas boas assistências: a primeira serviu para Lisandro ensaiar o golo que fixaria na sequência da segunda. Foram apenas dez minutos à Quaresma, mas o suficiente para fazer a diferença entre um mau empate e uma excelente vitória. Uma diferença que o público do Dragão se habituou a esperar de Quaresma e que vai continuar a cobrar-lhe sempre que achar que o extremo pode dar mais. E Quaresma pode quase sempre dar mais.
Arbitragem: Jarras e jarrados
Os árbitros dos dois últimos jogos em que o FC Porto participou foram "castigados" pela Comissão de Arbitragem por erros cometidos nessas partidas. Curiosamente, apesar de quase todos os jogos do actual campeonato serem marcados por erros de arbitragem mais ou menos grosseiros, só esses dois foram alvo de tal sanção. Curiosamente...
Após a estreia de ontem na UEFA Champions League, Stepanov protagonizou esta quinta-feira, também pela primeira vez, uma «super flash», traçando a antevisão do jogo frente à Académica, na qual frisou o desejo do F.C. Porto de triunfar em Coimbra e assim vincar o primeiro lugar da Liga 2007/08.
Fonte: Site Oficial













Dois golos de Lisandro, ou simplesmente «Licha», o terror do bairro argentino de Rafael Obligado, sentenciaram um jogo especialmente farto em indícios da particular inspiração do avançado portista, que carrega consigo decisões e decretos há três jornadas consecutivas. Da quarta à sexta ronda, o sul-americano, que já havia marcado em Leiria, apontou, em regime de exclusividade, cinco dos seis golos que lhe permitem encabeçar a lista de melhores marcadores, contribuindo decisivamente para a liderança isolada dos Dragões.
Jorginho juntou-se, esta quinta-feira de manhã, a Adriano e Helton, no Departamento Médico, devido a uma tendinite no tendão rotuliano do joelho direito. Os três atletas estiveram em tratamento, enquanto o restante plantel trabalhou no relvado do Olival. Quanto a Farías, voltou a realizar treino condicionado.
Desta vez, à segunda, não havia moldura metálica, intervenção divina ou conjugação de ventos e tempestades que pudessem valer a Stojkovic. Nem o olhar, aquele esgar petrificado capaz de desviar remates em Leiria, poderia negar a bola ao seu inevitável destino. O remate de Raul Meireles era intravável. Mais do que imparável, à prova de postes, indiferente a traves. Naquela rota, livre de magnetismos e outros estranhos efeitos de atracção, ninguém poderia atravessar-se. E nenhum golo seria perdido.