Neste dia, Rui Barros marca o primeiro golo com a camisola do FC Porto. Então com 22 anos, o pequeno grande jogador marca na Póvoa do Varzim o segundo golo da vitória dos Dragões, em jogo da terceira jornada do campeonato. Barros regressara nesse ano ao clube, depois de empréstimos ao Covilhã e Varzim e apesar da concorrência de um plantel campeão europeu, afirma-se como um dos mais importantes jogadores da equipa, contribuindo de forma decisiva para a conquista do campeonato, da Taça, da Taça Intercontinental e da Supertaça europeia.
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12/09/15
Lopetegui: “O nosso único foco é o Arouca”
É só e apenas o jogo com o Arouca que ocupa o pensamento do FC Porto por estes dias. A garantia, sublinhada mais do que uma vez durante a conferência de imprensa de antevisão do jogo da quarta jornada da Liga NOS (sábado, 20h45), é de Julen Lopetegui. O treinador portista teceu rasgados elogios ao próximo opositor dos Dragões e a Lito Vidigal, perspectivando “muitas dificuldades” frente a uma equipa que contabiliza os mesmos sete pontos do que o FC Porto no campeonato.
É um facto que esta sexta-feira será praticamente o primeiro treino em condições, ainda por cima o último treino pré-jogo. Temos que saber gerir o esforço dos jogadores e saber em que condições estão, pois tivemos muitos que estiveram fora e vamos defrontar uma equipa muito boa, como é o Arouca. Melhorou muito em relação à época passada e começou muito bem, jogando bem e ganhando com mérito, além de ter sofrido apenas um golo. Tem um dos treinadores de que mais gosto, o Lito Vidigal, e acredito que nos vai apresentar muitas dificuldades. Não tenho nenhuma dúvida disso, declarou Julen Lopetegui no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.
A preparação para este jogo ficou marcada pela ausência de vários atletas envolvidos em compromissos internacionais, mas Julen Loptegui acredita que a equipa estará ao seu melhor nível. Aquilo que faremos é um onze que entendemos que é o melhor para jogar, para enfrentar as dificuldades. Podemos ou não fazer alterações, mas ainda vamos treinar e só depois tomaremos decisões. Há jogadores que acusam algum desgaste e temos de gerir isso, por isso só depois decidiremos a convocatória e o onze que possa ter mais força para conquistar os três pontos. O nosso único foco é o Arouca e não há mais nenhum jogo na nossa cabeça que não este. Não há margem para pensar noutra coisa.
Recordando o triunfo do conjunto do distrito de Aveiro sobre o Benfica (1-0), o técnico do FC Porto sublinhou as dificuldades que o Arouca poderá criar e abordou a construção da equipa, que continua a fazer-se diariamente. Há pouco tempo, o Arouca ganhou ao Benfica e ganhou bem. Está empatado connosco na classificação e isso diz muito sobre a sua qualidade. Só pensamos em vencer e em conseguir os três pontos perante uma equipa que nos vai criar muitas dificuldades, por isso temos de ser capazes de as superar. Temos várias alternativas e tentamos escolher os melhores para cada momento. Temos bastantes jogadores novos e estamos à procura de cimentar uma equipa-base, que nos dê a possibilidade de não alterar demasiado as coisas.
O local que vai receber o Arouca-FC Porto também mereceu um reparo de Julen Lopetegui, que confessa não compreender porque é que o encontro entre arouquenses e Dragões não se realiza no mesmo estádio do que o Arouca-Benfica, o Municipal de Aveiro. Não é aceitável que uma equipa jogue aqui e outra ali, a não ser que seja por um motivo de força maior. Não se pode definir o local de um jogo mediante o potencial da outra equipa. Parece-me algo incompreensível e ilógico, com todo o respeito, afirmou o treinador espanhol, que num outro âmbito deixou elogios a André Silva, o actual melhor marcador da Segunda Liga e autor de um hat-trick na estreia pela selecção Sub-21 de Portugal. O André é um miúdo que trabalhou connosco durante toda a pré-época e estamos a acompanhar a sua evolução. Tem de continuar a trabalhar, a crescer e a marcar golos. É isso que o vai tornar melhor e estamos encantados com o que tem feito até agora. Existem momentos certos para todos, concluiu Julen Lopetegui.
Corona, Layún e Cissokho chamados para Arouca
Os defesas Cissokho e Miguel Layún e o avançado Jesús Corona são as novidades da convocatória elaborada pelo técnico Julen Lopetegui para o jogo entre Arouca e FC Porto, referente à quarta jornada da Liga NOS e marcado para este sábado, às 20h45, no Estádio Municipal de Arouca. Em relação aos eleitos para a recepção ao Estoril, que se saldou numa vitória portista por 2-0, saem dos eleitos o defesa José Ángel e o avançado Silvestre Varela.
Na sessão desta sexta-feira, que decorreu no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, o técnico espanhol voltou a contar com todos os jogadores do plantel principal e ainda com o defesa Víctor García, do FC Porto B.
Lista de 19 convocados: Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Brahimi, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello, Herrera, Jesús Corona, André André, Miguel Layún, Danilo, Alberto Bueno, Imbula e Cissokho.
09/09/15
Aconteceu a 9 Setembro 1992
Neste dia, o FC Porto conquistou a Supertaça 90/91, batendo o Benfica no desempate por pontapés da marca da grande penalidade. Depois do 1-1 no final do prolongamento o jogo decidiu-se nos penaltis, sendo que os Dragões estiveram por baixo, a perder por 3-0, acabando por vencer quando tudo parecia estar perdido. Épico. O onze da vitória foi: Vítor Baía; João Pinto, Fernando Couto, Aloísio e Bandeirinha; Semedo, André, Rui Filipe e Jorge Couto; Jaime Magalhães e Domingos.
07/09/15
Aconteceu a 7 Setembro 1952
Fernando Moreira de Sá conquistava a Volta a Portugal em bicicleta com a camisola do FC Porto, a única que vestiu na sua longa carreira velocipédica. Contrarrelogista de muita qualidade, Moreira de Sá era chamado de Locomotiva, precisamente por causa da sua capacidade para impor ritmos muito fortes.
04/09/15
Aconteceu a 3 Setembro 1978
Neste dia chegava ao Porto Henry Crawford, um dos melhores basquetebolistas que já vestiu a camisola do FC Porto. Com 1,96 metros de estatura, Crawford era um temível lançador, fosse no jogo interior, fosse no jogo exterior e catapultou o FC Porto para a liderança do basquetebol nacional.
Pinto da Costa e treino
A recuperação da intervenção cirúrgica de Jorge Nuno Pinto da Costa está a correr muito bem e em breve o presidente do FC Porto receberá alta do Hospital de São João, podendo depois reiniciar a actividade diária normal, após mais uns dias de convalescença em casa.
O FC Porto realizou mais um treino, ainda sem Julen Lopetegui, que esteve no segundo e último dia do Fórum de Treinadores de Elite da UEFA, ainda sem os 12 internacionais ao serviço das selecções, mas com oito jogadores da equipa B e a estreia de Diogo Dalot, da equipa de Sub-17.
O FC Porto realizou mais um treino, ainda sem Julen Lopetegui, que esteve no segundo e último dia do Fórum de Treinadores de Elite da UEFA, ainda sem os 12 internacionais ao serviço das selecções, mas com oito jogadores da equipa B e a estreia de Diogo Dalot, da equipa de Sub-17.
01/09/15
Aconteceu a 1 Setembro 1952
Neste dia, Cândido de Oliveira, que chegou a ser treinador do FC Porto precisamente nessa altura, ofereceu ao clube a famosa carta de Nicolau d’Almeida, que em Outubro de 1893 desafia o Clube Lisbonense para um jogo, no que seria o primeiro jogo de futebol do FC Porto.
Corona: “Sou um jogador atrevido”
Jesús Corona é reforço do FC Porto. O avançado, que jogava no Twente, da Holanda, definiu-se como um jogador atrevido e prometeu, em declarações ao Porto Canal e www.fcporto.pt, trabalhar dentro e fora de campo para poder ajudar a equipa. O mexicano assinou por cinco temporadas e tem uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros.
Sinto-me muito bem, muito tranquilo e muito contente com o passo que dei. Os melhores momentos são vividos ao lado da família e hoje toca-me viver este momento ao máximo. Chegar a uma equipa como esta significa muito para mim e para a minha carreira. Agora espero trabalhar, adaptar-me muito rapidamente e dar uma grande satisfação aos treinadores e aos adeptos. A única promessa que posso fazer é que vou trabalhar dentro e fora do campo, disse o avançado.
Nas primeiras declarações envergando a camisola dos Dragões, Corona confidenciou que vai usar o dorsal número 17 - porque é o dia em que nasceu o meu filho e é o dia da minha mulher – e deixou uma pequena descrição para aguçar o apetite dos portistas: Sou um jogador atrevido, que espera continuar a trabalhar e continuar a subir na carreira. Fui contratado pelo FC Porto e agora quero ajudar a equipa.
Miguel Layún: "Estou em plena maturidade"
O mexicano Miguel Layún é o derradeiro reforço do FC Porto neste mês de Agosto, por empréstimo de uma temporada dos ingleses do Watford, com opção de compra fixada em seis milhões de euros. O mexicano, de 27 anos, garantiu ao Porto Canal e www.fcporto.pt que está em plena maturidade e que vai dar em tudo em campo, até à última gota de suor. Para além disso, frisa que a sua polivalência será uma arma ao dispor do treinador Julen Lopetegui, com quem já conversou.
Sinto-me muito bem, estou feliz por estar aqui e pertencer a esta grande equipa, que está habituada a lutar pelo mais alto, devido à sua grandeza. Estou com muita vontade de começar a treinar, de pôr-me ao nível dos meus companheiros e disputar um lugar no onze, garantiu Layún, que admitiu que chegou ao ponto alto da carreira. O presente é sempre o melhor momento, mas, definitivamente, no plano desportivo estou em plena maturidade. Emocionalmente atravesso um momento muito bom e tudo isso ajuda a que o rendimento no campo seja melhor, acrescentou.
Layún revelou que foi contratado tendo em mente o lado esquerdo da defesa, mas não escondeu a versatilidade. Posso jogar na direita, na esquerda e como trinco. É muito importante que o treinador tenha essa noção, porque vai permitir-me trabalhar muito melhor, declarou o futebolista, que tem no currículo, para além do Watford, passagens pelos Tiburones Rojos e Club América, no México, e Atalanta, de Itália.
Trinta vezes internacional pela selecção principal do seu país, em que já apontou três golos, o jogador sublinhou, para além da polivalência, a sua entrega e determinação. Gosto de ser um jogador que deixa tudo em campo. Depois todos temos virtudes e características diferentes, mas o principal é dar tudo por cada posse de bola e espero pôr em prática a verticalidade que gosto de imprimir ao meu jogo. Somos seres humanos e podemos cometer erros, mas a entrega vão notar, prometeu.
O novo camisola 21 chega ao FC Porto depois de se ter aconselhado com actuais e ex-colegas: Sei que é um clube que dá o melhor aos jogadores. Tive muito boas referências, mas isso não ofusca a história do clube, que chama a atenção a qualquer jogador. Como companheiros de equipa, Layún terá os compatriotas Herrera e Corona.
Sinto-me muito bem, estou feliz por estar aqui e pertencer a esta grande equipa, que está habituada a lutar pelo mais alto, devido à sua grandeza. Estou com muita vontade de começar a treinar, de pôr-me ao nível dos meus companheiros e disputar um lugar no onze, garantiu Layún, que admitiu que chegou ao ponto alto da carreira. O presente é sempre o melhor momento, mas, definitivamente, no plano desportivo estou em plena maturidade. Emocionalmente atravesso um momento muito bom e tudo isso ajuda a que o rendimento no campo seja melhor, acrescentou.
Layún revelou que foi contratado tendo em mente o lado esquerdo da defesa, mas não escondeu a versatilidade. Posso jogar na direita, na esquerda e como trinco. É muito importante que o treinador tenha essa noção, porque vai permitir-me trabalhar muito melhor, declarou o futebolista, que tem no currículo, para além do Watford, passagens pelos Tiburones Rojos e Club América, no México, e Atalanta, de Itália.
Trinta vezes internacional pela selecção principal do seu país, em que já apontou três golos, o jogador sublinhou, para além da polivalência, a sua entrega e determinação. Gosto de ser um jogador que deixa tudo em campo. Depois todos temos virtudes e características diferentes, mas o principal é dar tudo por cada posse de bola e espero pôr em prática a verticalidade que gosto de imprimir ao meu jogo. Somos seres humanos e podemos cometer erros, mas a entrega vão notar, prometeu.
O novo camisola 21 chega ao FC Porto depois de se ter aconselhado com actuais e ex-colegas: Sei que é um clube que dá o melhor aos jogadores. Tive muito boas referências, mas isso não ofusca a história do clube, que chama a atenção a qualquer jogador. Como companheiros de equipa, Layún terá os compatriotas Herrera e Corona.
31/08/15
Aconteceu a 31 Agosto 1995
Neste dia, o portista Nuno Fernandes tornou-se no primeiro saltador à vara português a conseguir uma medalha numa grande competição internacional. Foi no Japão, em Fukuoka, nas Universíadas, que Nuno Fernandes conquistou a medalha de bronze, ao saltar 5,55 metros.
FC Porto B
A equipa principal de futebol apenas regressa ao trabalho amanhã, e desfalcada de vários internacionais, mas ontem foi dia da formação B seguir as pisadas do grupo de Lopetegui. O FC Porto B bateu o Freamunde por 2-1, em encontro da quinta jornada da Segunda Liga, com golos de André Silva e Gleison. Os Dragões estão provisoriamente no quarto lugar da prova, com nove pontos.
André Silva, que até faz parte do plantel principal, tem sido a grande figura da equipa. É o melhor marcador da Segunda Liga, com cinco golos em cinco jogos, tendo ainda assistido Gleison para o golo decisivo no encontro de ontem. No final da partida, o avançado afirmou que está apenas a fazer o seu trabalho: marcar golos. O treinador Luís Castro destacou a exibição na segunda parte e mostrou-se contente com o crescimento da equipa.
30/08/15
Vitória dos Dragões (2-0) vale liderança provisória da Liga portuguesa
O FC Porto é líder (pelo menos provisório) da Liga portuguesa, após bater por 2-0 o Estoril, com golos de Aboubakar (apontou o terceiro golo na prova e é um dos melhores marcadores) e Maicon, de livre directo, quase dois anos depois do último festejo em jogos oficiais. Os lances decorreram nos primeiros minutos da primeira parte e aos 17 da segunda, o que permitiu quebrar a resistência de um adversário organizado e persistente, que vendeu cara a derrota. Com este resultado, os azuis e brancos levam 11 triunfos consecutivos no Dragão em jogos da Liga (sempre sem sofrer golos) e 15 em todas as competições, numa sequência iniciada em Dezembro de 2014.
A exibição do FC Porto - num Dragão com uma excelente casa, em final de tarde de Verão - pode não ter sido brilhante, mas fica precisamente esse dado: na principal competição portuguesa é preciso recuar mais de oito meses e 1115 minutos para encontrar um adversário a marcar no estádio dos portistas. No entanto, a marca fica ainda aquém dos 1127 minutos fixados por Vítor Baía e Silvino, em 1995/96. Do encontro ficam ainda na retina os erros de arbitragem de Duarte Gomes, mesmo que não tenham tido influência no resultado: não se percebeu o critério dos cartões amarelos (Afonso Taira, por exemplo, deveria ter visto o segundo quando viu o primeiro) e, nos últimos minutos, ficou por marcar um penálti por mão de Gerso na área estorilista e foi mal assinalado um fora de jogo a Herrera, quando este seguia isolado.
No onze inicial, Lopetegui promoveu duas alterações face ao jogo com o Marítimo: Martins Indi foi o defesa esquerdo, em vez de Cissokho, e Herrera cedeu o lugar a Tello, o que implicou a passagem de Brahimi para o vértice mais avançado do meio-campo. O Estoril até arrancou com vontade de pressionar os portistas em todo o campo, mas os planos saíram furados com o golo madrugador dos Dragões, aos seis minutos: Brahimi tirou um adversário da frente, precisamente no corredor central, e assistiu Aboubakar na perfeição. O camaronês cumpriu a sua parte e apontou o quarto golo nos últimos quatro jogos na prova.
Um golo apontado tão cedo é muitas vezes o suplemento de confiança de que uma equipa precisa para arrancar para uma exibição dominadora, mas não foi este o caso. O Estoril manteve a postura agressiva e os azuis e brancos foram baixando o ritmo e falhando muitos passes. Não é que os forasteiros tenham tido muita posse de bola ou criado grandes situações de golo - um desvio ao lado do ex-portista Diego Carlos, aos 23 minutos, na sequência de um canto, foi o lance mais perigoso -, mas a exibição do FC Porto não agradava claramente a Lopetegui. Por isso, o treinador fez mesmo uma substituição antes do intervalo: André André rendeu Varela e Brahimi passou para o flanco esquerdo do ataque.
O FC Porto também não entrou bem no segundo tempo, com o Estoril a chegar algumas vezes perto da baliza de Casillas e a conseguir criar perigo logo aos 51 minutos, graças a um remate de Léo Bonatini, interceptado por Danilo. O jogo estava complicado, mas os Dragões voltaram a marcar no momento certo: Maicon assumiu a marcação de um livre na zona frontal, descaído para a direita, e rematou com força e colocação para o 2-0. A falta (de novo sem merecer cartão amarelo) que originou o lance foi sofrida por André André, que veio trazer ordem e intensidade ao meio-campo portista, onde já morava então Herrera (substituiu Imbula).
A partir daí e até ao apito final, não houve muito para contar. O FC Porto controlou a partida e, nos descontos, para além dos lances já referidos, com intervenção de Duarte Gomes, Osvaldo obrigou Kieszek a uma defesa difícil, num remate à meia-volta que lhe poderia ter permitido a estreia a marcar com a sua nova camisola.
A exibição do FC Porto - num Dragão com uma excelente casa, em final de tarde de Verão - pode não ter sido brilhante, mas fica precisamente esse dado: na principal competição portuguesa é preciso recuar mais de oito meses e 1115 minutos para encontrar um adversário a marcar no estádio dos portistas. No entanto, a marca fica ainda aquém dos 1127 minutos fixados por Vítor Baía e Silvino, em 1995/96. Do encontro ficam ainda na retina os erros de arbitragem de Duarte Gomes, mesmo que não tenham tido influência no resultado: não se percebeu o critério dos cartões amarelos (Afonso Taira, por exemplo, deveria ter visto o segundo quando viu o primeiro) e, nos últimos minutos, ficou por marcar um penálti por mão de Gerso na área estorilista e foi mal assinalado um fora de jogo a Herrera, quando este seguia isolado.
No onze inicial, Lopetegui promoveu duas alterações face ao jogo com o Marítimo: Martins Indi foi o defesa esquerdo, em vez de Cissokho, e Herrera cedeu o lugar a Tello, o que implicou a passagem de Brahimi para o vértice mais avançado do meio-campo. O Estoril até arrancou com vontade de pressionar os portistas em todo o campo, mas os planos saíram furados com o golo madrugador dos Dragões, aos seis minutos: Brahimi tirou um adversário da frente, precisamente no corredor central, e assistiu Aboubakar na perfeição. O camaronês cumpriu a sua parte e apontou o quarto golo nos últimos quatro jogos na prova.
Um golo apontado tão cedo é muitas vezes o suplemento de confiança de que uma equipa precisa para arrancar para uma exibição dominadora, mas não foi este o caso. O Estoril manteve a postura agressiva e os azuis e brancos foram baixando o ritmo e falhando muitos passes. Não é que os forasteiros tenham tido muita posse de bola ou criado grandes situações de golo - um desvio ao lado do ex-portista Diego Carlos, aos 23 minutos, na sequência de um canto, foi o lance mais perigoso -, mas a exibição do FC Porto não agradava claramente a Lopetegui. Por isso, o treinador fez mesmo uma substituição antes do intervalo: André André rendeu Varela e Brahimi passou para o flanco esquerdo do ataque.
O FC Porto também não entrou bem no segundo tempo, com o Estoril a chegar algumas vezes perto da baliza de Casillas e a conseguir criar perigo logo aos 51 minutos, graças a um remate de Léo Bonatini, interceptado por Danilo. O jogo estava complicado, mas os Dragões voltaram a marcar no momento certo: Maicon assumiu a marcação de um livre na zona frontal, descaído para a direita, e rematou com força e colocação para o 2-0. A falta (de novo sem merecer cartão amarelo) que originou o lance foi sofrida por André André, que veio trazer ordem e intensidade ao meio-campo portista, onde já morava então Herrera (substituiu Imbula).
A partir daí e até ao apito final, não houve muito para contar. O FC Porto controlou a partida e, nos descontos, para além dos lances já referidos, com intervenção de Duarte Gomes, Osvaldo obrigou Kieszek a uma defesa difícil, num remate à meia-volta que lhe poderia ter permitido a estreia a marcar com a sua nova camisola.
29/08/15
Portistas nas Selecções
André André, Danilo Pereira e Varela, para a selecção portuguesa, Cassillas para a selecção espanhola, Indi para a selecção holandesa, Rafa, Rúben Neves, Francisco Ramos e André Silva para a selecção de Sub-21, engrossam o número de jogadores do FC Porto que a partir de segunda-feira vão estar ao serviços das selecções. Para já, são 13.
Lista de 18 convocados contra o Estoril
Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello, José Ángel, Herrera, André André, Danilo, Alberto Bueno e Imbula.
Pinto da Costa hospitalizado
Jorge Nuno Pinto da Costa sofre de uma crise de vesícula, por precaução ficou internado no Hospital de São João e hoje mesmo submeter-se-á a uma simples intervenção cirúrgica para extracção do órgão. O presidente do FC Porto está a ser muito bem tratado pela equipa médica do hospital e em breve regressará à actividade normal.
19/08/15
Aconteceu a 19 Agosto 1987
Neste dia, o FC Porto disputava a final do prestigiado Torneio Joan Gamper, em Barcelona. Em Camp Nou, o adversário era o Bayern Munique, e a vitória voltou a ser nossa, numa reedição da final de Viena, realizada meses antes. Resultado: 2-0, golos de Semedo e de Madjer - novamente com o pé esquerdo, mas não com o calcanhar - que permitiram trazer o troféu para a cidade Invicta.
Hugo Miguel é o árbitro do Marítimo-FC Porto
O árbitro Hugo Miguel foi nomeado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para dirigir o jogo entre o Marítimo e o FC Porto, no Estádio da Madeira, marcado para sábado, às 20h45. Será auxiliado por Nuno Roque e Hernâni Fernandes.
Internacional desde 2003, Hugo Miguel arbitrou um jogo dos Dragões na época passada: foi na deslocação ao Estádio do Bessa, que terminou com uma vitória portista por 2-0. Esta temporada, o juiz lisboeta dirigiu duas partidas da Segunda Liga e ainda uma da segunda pré-eliminatória da UEFA Champions League, entre o Lincoln Red Imps, de Gibraltar, e o Midtjylland, da Dinamarca.
18/08/15
Aconteceu a 18 Agosto
Neste dia chegava ao Dragão Jesualdo Ferreira, depois da inesperada demissão de Co Adriaanse, que tinha ganho o campeonato anterior. Jesualdo pegou numa equipa campeã e três anos depois era tetracampeão.
Sobrevivência
Houve ainda um penalti a nosso favor que não foram capazes de apitar, afirmou o treinador Fabiano Soares, após o final do jogo Benfica-Estoril. O árbitro apita facilmente a favor do Benfica, secundou o defesa Yohan Tavares. Estas duas frases ilustram uma arbitragem infeliz do árbitro Tiago Martins, mas quem tem de se sentir envergonhado por logo na primeira jornada da Liga haver treinadores e jogadores a destapar a careca da arbitragem é Vítor Pereira.
Os erros de arbitragem vão existir sempre e têm de se aceitar como fazendo parte do jogo. Quando são normais acabam por ficar distribuídos por todos os competidores, mas não é isso que se vê no futebol português. O que não pode existir é esta pressão colocada nos juízes que não os defende e os leva a ter desempenhos muito abaixo do que sabem, que só protege os interesses do presidente do Conselho de Arbitragem e até põe em causa a própria carreira. É por isso que Tiago Martins e muitos outros são também vítimas.
Tiago Martins, recorde-se, é um dos dois árbitros promovidos por Vítor Pereira na época passada a internacional sem nunca antes ter apitado um jogo dos grandes clubes, sem ter experiência dos grandes ambientes, sem fazer o percurso normal, de ir escalando degraus à medida que mostra competência – o outro é Fábio Veríssimo, que esteve sábado no Dragão. Vítor Pereira quer fazer árbitros à pressa, não para defender o futebol, não para defender os árbitros, mas para se defender a si próprio.
As nomeações para os jogos de estreia dos dois primeiros classificados do último campeonato seriam apenas insensatas se não fossem um padrão com demasiada interferência no normal desenrolar da competição. Vítor Pereira não pode deixar de ter noção que está a mais no futebol, que a maioria dos clubes não confia no seu trabalho, precisamente por não ser isento e que por isso até estavam dispostos a todos os riscos do sorteio. Como um náufrago, agarra-se ao polvo federativo e aos seus tentáculos, Pereira paga a sobrevivência com subserviência.
Os três assumidos candidatos ao título ganharam os seus jogos de estreia no campeonato, mas as vitórias não foram iguais e se houve candidatos com decisões simpáticas da arbitragem certamente não foi o FC Porto. Para que conste.
Os erros de arbitragem vão existir sempre e têm de se aceitar como fazendo parte do jogo. Quando são normais acabam por ficar distribuídos por todos os competidores, mas não é isso que se vê no futebol português. O que não pode existir é esta pressão colocada nos juízes que não os defende e os leva a ter desempenhos muito abaixo do que sabem, que só protege os interesses do presidente do Conselho de Arbitragem e até põe em causa a própria carreira. É por isso que Tiago Martins e muitos outros são também vítimas.
Tiago Martins, recorde-se, é um dos dois árbitros promovidos por Vítor Pereira na época passada a internacional sem nunca antes ter apitado um jogo dos grandes clubes, sem ter experiência dos grandes ambientes, sem fazer o percurso normal, de ir escalando degraus à medida que mostra competência – o outro é Fábio Veríssimo, que esteve sábado no Dragão. Vítor Pereira quer fazer árbitros à pressa, não para defender o futebol, não para defender os árbitros, mas para se defender a si próprio.
As nomeações para os jogos de estreia dos dois primeiros classificados do último campeonato seriam apenas insensatas se não fossem um padrão com demasiada interferência no normal desenrolar da competição. Vítor Pereira não pode deixar de ter noção que está a mais no futebol, que a maioria dos clubes não confia no seu trabalho, precisamente por não ser isento e que por isso até estavam dispostos a todos os riscos do sorteio. Como um náufrago, agarra-se ao polvo federativo e aos seus tentáculos, Pereira paga a sobrevivência com subserviência.
Os três assumidos candidatos ao título ganharam os seus jogos de estreia no campeonato, mas as vitórias não foram iguais e se houve candidatos com decisões simpáticas da arbitragem certamente não foi o FC Porto. Para que conste.
Aboubakar: "São dois golos motivadores"
Autor de dois golos e MVP da vitória por 3-0 do FC Porto frente ao Vitória de Guimarães, no passado sábado, na jornada inaugural da Liga NOS, o avançado Vincent Aboubakar considerou que o galardão reforça a confiança nesta fase inaugural da época, mas deixou claro que o importante é que o FC Porto ganhe.
Tenho de agradecer a quem fez as assistências, porque foi graças a eles que consegui marcar, observou o avançado camaronês, referindo-se aos laterais Alex Sandro e Maxi Pereira. São dois golos motivadores para continuar a trabalhar ao serviço da equipa. Ser considerado o melhor em campo reforça a minha confiança, mas o mais importante é que o FC Porto ganhe e que a equipa some pontos, disse Aboubakar, numa breve declaração a anteceder o treino desta segunda-feira dos Dragões.
O avançado deixou ainda uma palavra para os adeptos: São o 12.º jogador, em jogos com mais dificuldades vão apoiar-nos e dar-nos mais moral. São muito importantes, tanto em casa como fora. Vão ter um papel decisivo para tentarmos conquistar o campeonato.
Tenho de agradecer a quem fez as assistências, porque foi graças a eles que consegui marcar, observou o avançado camaronês, referindo-se aos laterais Alex Sandro e Maxi Pereira. São dois golos motivadores para continuar a trabalhar ao serviço da equipa. Ser considerado o melhor em campo reforça a minha confiança, mas o mais importante é que o FC Porto ganhe e que a equipa some pontos, disse Aboubakar, numa breve declaração a anteceder o treino desta segunda-feira dos Dragões.
O avançado deixou ainda uma palavra para os adeptos: São o 12.º jogador, em jogos com mais dificuldades vão apoiar-nos e dar-nos mais moral. São muito importantes, tanto em casa como fora. Vão ter um papel decisivo para tentarmos conquistar o campeonato.
Prossegue a preparação para o jogo na Madeira
O relvado do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia voltou a contar com todos os jogadores do plantel do FC Porto no treino desta terça-feira. Foi o segundo da semana tendo em vista o jogo com o Marítimo, no Estádio da Madeira, a contar para a segunda jornada da Liga NOS (sábado, 20h45).
Sob as ordens de Julen Lopetegui, estiveram 28 jogadores, numa sessão que, tal como a do dia anterior, contou com a participação do guarda-redes João Costa, do FC Porto B.
O plantel dos Dragões volta a treinar esta quarta-feira, novamente no Olival, pelas 10h30, com os primeiros 15 minutos abertos à comunicação social.
17/08/15
Aconteceu a 17 Agosto 1994
Neste dia era dia de finalíssima da Supertaça 1992/93, em Coimbra, frente ao Benfica. No final dos 90 minutos, 1-1 era o resultado, com Domingos a marcar para os Dragões. No prolongamento, persistia o empate: 2-2, Secretário foi o autor do golo. Num dramático desempate nas grandes penalidades, Drulovic marcou o penálti decisivo. Vítor Baía, João Pinto, José Carlos, Aloísio, Paulinho Santos, Emerson, Secretário, Rui Filipe, Folha, Rui Barros e Domingos formaram o onze inicial escolhido por Bobby Robson.
15/08/15
Aconteceu a 15 Agosto 1999
Agosto é mês de Supertaça e nós temos muitas para contar. Neste dia, conquistávamos mais uma, no Estádio das Antas, ao vencermos o Beira-Mar por 3-1, na segunda mão, que se somou a um triunfo por 2-1, em Aveiro. Fernando Santos era o treinador e fez alinhar: Vítor Baía, Secretário, Jorge Costa, Aloísio, Esquerdinha, Peixe,
Chainho, Capucho, Alessandro, Domingos e Jardel. Os golos portistas foram de Jardel e Lobão, na própria baliza.
Chainho, Capucho, Alessandro, Domingos e Jardel. Os golos portistas foram de Jardel e Lobão, na própria baliza.
FC Porto - Vitoria esta noite às 20h45
A lista de 20 convocados elaborada por Julen Lopetegui para a estreia na Liga NOS 2015/16, frente ao Vitória de Guimarães (sábado, 20h45), no Estádio do Dragão, contempla oito jogadores que chegaram ao plantel durante este defeso: Iker Casillas, Maxi, Varela, Dani Osvaldo, André André, Danilo, Bueno e Imbula.
Entre os eleitos destacam-se ainda as presenças de Alex Sandro e de Brahimi, que na sessão desta sexta-feira trabalhou sem limitações no relvado do Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival. O guarda-redes João Costa, do FC Porto B, voltou a treinar às ordens de Julen Lopetegui.
Lista de 20 convocados: Helton e Iker Casillas (guarda-redes); Maxi, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello, Evandro, Herrera, Hernâni, André André, Danilo, Bueno, Imbula e Alex Sandro.
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