Helton FC Porto 0.58
Abbondanzieri Getafe 0.636
Gomes PSV 0.643
Van der Saar Manchester 0.66
Coupet Lyon 0.7
NOTÍCIAS, REPORTAGENS, COMENTÁRIOS, CURIOSIDADES, MEMÓRIAS E MUITO MAIS SOBRE O MELHOR CLUBE DO MUNDO...



Artur de Sousa Pinga O FC Porto passou com distinção pela fase de grupos da Liga dos Campeões. Dito assim é uma verdade insofismável, reforçada até pelo facto de ter sido a única equipa portuguesa a conseguir chegar aos oitavos-de-final, preparando-se para atingir no jogo da segunda mão a marca dos 100 jogos na liga milionária. Uma marca bonita, talvez até uma explicação para o facto de continuar em prova, ao contrário de Benfica e Sporting. Mas há mais para além das aparências. O que o FC Porto de Jesualdo Ferreira garantiu na quarta-feira pode ser marcante, mas não é uma notícia por aí adiante. Mediante a composição do grupo ninguém obrigava os portistas a serem melhores do que Arsenal, mas exigia-se que ficasse na frente de CSKA de Moscovo e Hamburgo. Não houve portanto surpresa na classificação final. Mas poderia ter havido e foi essa indefinição que tornou uma boa campanha numa excelente perfomance. As duas primeiras jornadas renderam um ponto e, mais do que isso, incluíram o desperdício de um factor casa, algo determinante na Liga dos Campeões. Temeu-se a repetição da campanha deplorável da época passada, alinhou-se a inexperiência e juventude do plantel para os discursos da eliminação. Já o pelotão de fuzilamento estava em posição quando três vitórias consecutivas, duas delas fora do Estádio do Dragão - o FC Porto acabaria por perder mais pontos em casa do que os cedidos em campos alheios - mudaram tudo. Dispensou-se a inexperiência, manteve-se a juventude, mas agora para ser utilizada a par da irreverência, características de uma equipa capaz de fintar o bilhete de identidade e lograr cumprir em palcos exigentes mais uma etapa da sua evolução. O FC Porto que o ano passado chegou para consumo interno, ganhou esta semana estatuto europeu. Suceda o que suceder nos oitavos-de-final.
REGISTO -Nacionalidade
Em Inglaterra, joga-se para ganhar. Sempre e só. O Arsenal fugiu à regra, no Dragão, para defender o empate que garantiria a passagem aos oitavos-de-final. De tão anormal, a estratégia que Wenger comandou, frente ao FC Porto, valeu-lhe uma série de exercícios de ironia, na imprensa britânica de ontem. Houve quem lhes chamasse uma equipa “sonâmbula”; quem lamentasse a solidão de Adebayour, na frente de um ataque que não existiu, e até quem sugerisse que, se o nulo era o resultado combinado, porque servia a todos, então Quaresma “não leu o guião” e ia deitando tudo a perder com os dois remates que disparou, fora do alcance de Lehmann, mas devolvidos pelo mesmo poste – se fez de propósito, então o portista “deve ser o melhor do Mundo”!
“The Guardian”
“The Sun”
“The Sun”
“Daily Star”
Fonte: O Jogo
Diana Guimarães sagrou-se esta quarta-feira Campeã do Mundo, ao vencer a prova dos
A nadadora portista arrecadou também uma medalha de bronze nos
O regresso ao trabalho está marcado para sexta-feira, às 10h00, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia. O apronto terá as portas abertas para a Comunicação Social nos primeiros quinze minutos.
Raul Meireles: «Se houvesse um vencedor, teria que ser o F.C. Porto, até porque criámos mais oportunidades e fomos a equipa que mais fez para ganhar. Estamos a trabalhar bem e temos equipa para chegar longe, para atingir a final. Temos crescido bastante e não vamos parar».