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05/09/08

É um cobarde

Vítor Baía acusou ontem Luiz Felipe Scolari, ex-seleccionador nacional e actual treinador do Chelsea, de "cobardia" por não ter coragem de publicamente explicar as razões que o afastaram da Selecção Nacional. "A situação que vivi na Selecção Nacional é algo que me entristece bastante. Acima de tudo, pela falta de frontalidade das pessoas e pela cobardia, nomeadamente do seleccionador nacional, que não assumiu publicamente as razões do meu afastamento. Não o fez enquanto seleccionador e agora mandou um amigo jornalista dizer umas asneiras em relação a isso. Enquanto não for ele, pela sua boca, a dizer a razão do meu afastamento, que eu sei não existir, mas que não tem a coragem de dizer, vamos continuar a não saber o porquê de toda esta situação", disse o agora director das relações externas do FC Porto, em declarações à Rádio Renascença. 
As críticas não são novas, mas desta vez subiram de tom. "Não acredito que [Scolari] tenha coragem de o fazer alguma vez [dizer publicamente as razões do afastamento de Vítor Baía]. Agora foi o José Carlos Freitas, através de um livro, que falou da minha ausência da Selecção Nacional com motivos que me soaram ridículos. Acaba por ser a voz do próprio Scolari, mas cobardemente. Ele [Scolari] não tem coragem ainda de dizer publicamente as razões do meu afastamento", insistiu o ex-guarda-redes do FC Porto, que somou 80 internacionalizações com a camisola da principal selecção de Portugal.
Fonte: O Jogo

07/11/06

Baía sente-se «mais um complemento do treinador»

Não escapa que, apesar de não ser titular, Vítor Baía assume papel fundamental no balneário do FC Porto, bem visível quando se comemoram golos. O guarda-redes diz que é como uma obrigação ser mais um complemento do treinador.
Tento ser eu mesmo. Penso sempre em jogar e ser útil. Por isso, não estando directamente envolvido no jogo, tenho obrigação em ajudar, essa é a minha maneira de ser e de estar. Assim, tento proporcionar condições como capitão, sendo mais um complemento do treinador para que todos possamos estar em harmonia, explicou Vítor Baía, quando questionado se sentia-se como um líder, à margem da apresentação de um curso para agentes desportivos, em Vila Nova de Gaia. Sabemos como se fazem campeões, logo tento ajudar os meus companheiros, indicando aquilo que é melhor. Mas claro que o treinador é que é soberano e quem manda, tanto em termos técnicos como em problemas a nível de balneário, prosseguiu o guarda-redes, deixando bem vincado que o FC Porto, felizmente, está muito bem servido de treinador.