Foi presidente do Futebol Clube do Porto em 1911 (Setembro-Junho). tenho alguma dificuldade em certificar-me desta data já que não tem muita lógica... Se alguém tiver informações... É certo que no seu mandato vencemos a 1ª edição da Taça José Monteiro da Costa, na qual vencemos depois outras 4 vezes num total de 6 edições. Portanto, venceu em 1911, 1912, 1914, 1915 e 1916. Este post fica em aberto....
Grande Porto ontem em Manchester, foi um jogo espectacular com emoção até ao final. Destaco a capacidade de sofrimento, a entrega total dos jogadores. Realço alguns jogadores que foram extraordinários: Fernando, Raul Meireles, Cissokho, Lucho, Lizandro, Hulk. A equipa esteve muito bem e mostramos que os ingleses estavam redondamente enganados. O empate 2-2 dá-nos vantagem na eliminatória, mas é preciso cuidado porque o Manchester é apenas o actual campeão do mundo. Yes, we can e nada é impossível, são de facto as frases que estão nas almas dos dragões. Força dragão!!
Tranquilidade absoluta. A conferência de Imprensa de Rodríguez permitiu constatar que os jogadores do F.C. Porto estão serenos na abordagem ao jogo com o Manchester United. Jogar em Old Trafford motiva, mas não assusta. A equipa sabe o que fazer para potenciar as suas qualidades.
Motivação extra «Claro que jogar em Manchester motiva. É o sonho de todos os jogadores jogar um jogo com este. Creio que todos os atletas pensam desta forma. Jogar a UEFA Champions League é algo diferente»
Crescimento sustentado «Tivemos azar com o Arsenal aqui em Inglaterra, mas a equipa continuou a trabalhar e a melhorar. Hoje estamos melhores e mais cómodos, aprendemos com os erros. Amanhã vamos trabalhar para entrar tranquilos e cientes do que temos para fazer»
Recuperado e com novo look «Sinto-me melhor e com mais horas de descanso. Cortar o cabelo foi normal. Foi com este corte que cheguei à Europa e espero que dê sorte»
As primeiras impressões da equipa em manchester e do treino de adaptação dão um ar de optimismo e de capacidade vencedora. O último ensaio para o desafio da primeira mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League durou cerca de uma hora e foi marcado pelas derradeiras afinações na estratégia de Jesualdo Ferreira. Deu para perceber que o relvado não é dos melhores e que a temperatura estará relativamente baixa à hora do arranque das emoções europeias. Estes factores, ainda assim, não esbatem a ambição do Dragão, que se recorda com precisão do festejo ali vivido em 2004 e se dispõe a apostar nas suas potencialidades para registar nova façanha. Acreditemos na nossa equipa e num bom resultado em Inglaterra.
Ferguson não percebe como é que Hulk ainda não entrou nas escolhas de Dunga. Também me custa a perceber, mas a opinião de Ferguson é capaz de ser um bocadinho mais relevante do que a minha. É verdade que Dunga, que tem a difícil tarefa de peneirar os inesgotáveis talentos no Brasil, já disse que anda de olho no portista. Anda ele, os olheiros e os treinadores de meia Europa. Aliás, posso até acrescentar mais alguns interessados: nos últimos tempos, desde que Dunga falou a O JOGO, é rara a semana em que não me chega, de jornalistas brasileiros, a pergunta do costume - "Você tem o celular do Hulk?" Confessam o interesse, mas desesperam e desanimam com a dificuldade do contacto. Perguntam se Hulk é vedeta e se é por isso que não aceita falar. Do que conheço, garanto-lhes que ele até parece bastante acessível. Mas que não, não tenho "o celular". E não há outra forma, porque, no plantel portista, só Helton aderiu às novas tecnologias e investiu numa página pessoal. Muito fraquinha e desactualizada por sinal. Resta a Hulk continuar com o básico: apostar tudo nas respostas que vai dando no relvado. O de Manchester é bem mediático...
Euforia no Vitalis Park. Hulk visitou ontem, ao final da tarde, a escola de futebol do FC Porto e abriu o coração aos miúdos, incentivando-os. Numa aula improvisada, o craque contou como começou a jogar à bola e os planos para o futuro imediato, que passam por ganhar ao Manchester United e conquistar o título nacional. O brasileiro revelou ainda as lições mais importantes dos últimos meses, desde que chegou ao Dragão: "Aqui, aprendi, sobretudo, a ganhar. No FC Porto não se fala em derrotas." Uma mudança de mentalidade em relação ao Japão, onde jogou antes de voltar a Portugal e que o faz sonhar alto para o que falta da temporada. "Quero ser campeão e chegar o mais longe que puder na Champions", referiu, mostrando-se "muito feliz" por defender uma "equipa grande da Europa".
Imaginem que não sabiam o que sabem hoje e que, há um ano, por esta mesma altura, um qualquer jornal japonês bem informado escrevia o seguinte: "O FC Porto está interessado no brasileiro Givanildo, o Hulk, fenómeno da II divisão". Mesmo descontando a coincidência de haver Hulk pelo meio, a verdade é que a coisa pareceria ficção, certo? Iria lá o FC Porto interessar-se por um desconhecido, com nome de banda desenhada e destaque de uma obscura II divisão japonesa? Aliás, chegou a parecer ficção mesmo quando se confirmou. Isto serve para explicar que este ano será mais difícil filtrar o que é ou não ficção entre as dezenas de nomes atirados todos os dias para a praça pública. De repente, depois de Hulk, tudo passou a fazer sentido. Um húngaro da II Divisão espanhola? Com certeza. Um nigeriano goleador na Lapónia? Nunca se sabe, nunca se sabe. Agora a sério: acredito que haverá menos pudor nos tiros de mercado, ou na filtragem que é feita, e o mais certo é que os nomes se multipliquem. Veja-se o que deu Hulk...
O assunto ganhou ontem um dado novo, mas há já algumas semanas que O JOGO procura uma justificação para o atraso junto de quem o podia explicar. Oficialmente, nada feito. Como sempre acontece quando há um silêncio sobre coisas que até podem ser simples, ouve-se uma coisa daqui, outra dali, e o assunto, que até nem o parecia ser, vai enrolando, enrolando, até se transformar uma gigantesca bola de neve. Assim, enquanto não chega a explicação formal, talvez falte catalogar esta história da taça que ainda não foi entregue ao FC Porto num género, como nos filmes: drama, comédia ou ficção científica? Exploremos as duas últimas hipóteses. Via cómica: a Liga espera pelo desfecho deste campeonato para ver se terá de juntar mais uma, ao jeito das promoções do leve já duas, e resolve o assunto. Via ficção científica: está tudo a ver se o troféu ganha pernas ou asas e segue o destino. No fundo, no fundo, vai tudo dar ao mesmo: um filme.
Confiram no site do jornal O Jogo a notícia do dia: afianl a Taça do campeonato 2007-2008 ainda não foi entregue ao Campeão...
Os regressos de Benítez, Sapunaru e Stepanov são as principais novidades da lista de convocados do F.C. Porto para a vista ao Paços de Ferreira (19ª jornada do campeonato), agendada para as 21h00 desta sexta-feira, no Estádio da Mata Real. Em relação ao desafio anterior, saem Fucile e Guarín. Os Dragões concluíram a preparação para o desafio em ensaio esta quinta-feira, no Olival, com um treino assinalado pela lesão de Guarín. O internacional colombiano sofreu uma entorse no tornozelo direito e encontra-se agora ao cuidado do Departamento Médico, que conta ainda com Fucile. O internacional uruguaio voltou a fazer tratamento e ginásio. Quanto a Lucho, que vinha recuperando de um traumatismo no joelho esquerdo, já trabalhou sem limitações e consta, portanto, nos eleitos de Jesualdo Ferreira para a partida contra a equipa da «Capital do Móvel». A comitiva azul e branca concentra-se ainda hoje, ao final da tarde, no Estádio do Dragão, de onde segue para estágio. Lista de convocados: Benítez, Bruno Alves, Cissokho, Farías, Fernando, Helton, Hulk, Lisandro, Lucho González, Mariano, Nuno, Pedro Emanuel, Raul Meireles, Rodríguez, Rolando, Sapunaru, Stepanov, Tarik Sektioui e Tomás Costa.
O árbitro Pedro Proença foi avaliado com a nota 2,4 no FC Porto-Benfica devido a não ter assinalado penalti no lance em que Lucho González foi tocado por Reyes, o que segundo o relatório do observador lhe custou um ponto.
"Não assinalou grande penalidade contra a equipa B [Benfica], por falta do seu jogador nº 6 [Reyes], que, dentro da sua área de grande penalidade, rasteirou o adversário nº 8 [Lucho González]...", lê-se no relatório do observador José Gonçalves, a que a Agência Lusa teve acesso. Mais à frente o observador justifica a má nota ao árbitro Pedro Proença: "Caso não tivesse a falha mencionada em 2 a) a nota final seria 3,4".
Um fora-de-jogo não assinalado a Lisandro López e um cartão amarelo poupado a Sidnei foram os outros erros apontados pelo observador a Pedro Proença. Curiosamente, o polémico penalti que permitiu a Lucho igualar o marcador não é sancionado no relatório do observador, que dá o "benefício da dúvida" ao árbitro.
"Aos 25 minutos do 2º tempo, marcou grande penalidade contra a equipa B [Benfica], por suposta falta do jogador nº 26 [Yebda] (...) Do local onde nos encontramos e uma vez o lance ter ocorrido no vértice mais distante da grande área, não nos foi possível vislumbrar com clareza o desenlace da jogada: se a queda é provocada por algum contacto dos pés ao nível do terreno ou em virtude do defensor ter colocado o braço à frente do tronco do adversário, impedindo/perturbando a sua progressão. Porque o árbitro se encontrava bem colocado e perto, cerca de 3/4 metros, e foi peremptório a assinalar a grande penalidade, aliado ao facto de não terem existido protestos de jogadores da equipa penalizada, que aceitaram pacificamente a decisão, com excepção do faltoso, único a esboçar contrariedade, damos-lhe o benefício da dúvida".
A nota 2,4 é, segundo o critério da escala de avaliação, uma nota insatisfatória, consequência de uma grande penalidade não assinalada com influência no resultado e um cartão amarelo não exibido.
Segundo as normas e instruções para observadores, "um árbitro que não assinale uma grande penalidade e esta tenha influência no resultado a nota máxima é 2,5". A Pedro Proença ainda foi descontada uma décima pelo cartão amarelo não exibido a Sidnei.
Nesta temporada, cheia de casos de arbitragem, a avaliação de Pedro Proença está longe de ser a pior. Elmano Santos foi avaliado com 2,1 no Belenenses-Benfica, enquanto Pedro Henriques (Benfica-Nacional), Paulo Baptista (Benfica-Braga) e Paulo Costa (Braga-FC Porto) tiveram 2,3.
Hoje os vencedores dos Dragões de Ouro 2007/08 recebem os respectivos galardões, numa gala que terá lugar na Alfândega do Porto, a partir das 19h30. Idealizados para premiarem o rendimento desportivo e o carácter e a dedicação daqueles que honram diariamente o nome do F.C. Porto, os Dragões de Ouro são já uma referência do planeta azul e branco, que volta a reunir-se em festa após este fim-de-semana. Dragão Madeirense apresenta-lhe os galardoados: Atleta do Ano: Lisandro López (Futebol) Futebolista do Ano: Jorge Fucile Atleta de Alta Competição do Ano: Nuno Marçal (Basquetebol) Atleta Amador do Ano: Mariana Marinho (Bilhar) Atleta Jovem do Ano: Ricardo Dias (Futebol de Formação) Atleta Revelação do Ano: Paulo Santos (Natação) Técnico do Ano: Franklim Pais (Hóquei em Patins) Seccionista do Ano: Carlos Carneiro (Basquetebol) Dirigente do Ano: Fernando Oliveira (Atletismo) Funcionário do Ano: Vítor Pombo Quadro do Ano: Daniel Pereira Sócio do Ano: Jorge Martins Filial/Delegação do Ano: Casa do F.C. Porto de Espinho (Nacional) e Casa do F.C. Porto de Pretória (Estrangeiro) Recordação do Ano: Adolfo Roque (a título póstumo) Dedicação do Ano: João Manuel Barros Dragão de Honra: Ilídio Pinto e Manoel de Oliveira