O árbitro Lucílio Baptista foi nomeado pela Liga para dirigir o encontro da segunda jornada da terceira fase da Taça da Liga, que coloca frente-a-frente o Nacional e o F.C. Porto. O encontro está agendado para esta quarta-feira, às 16 horas, no Estádio da Madeira. O juiz setubalense terá Venâncio Tomé e Mário Dionísio como árbitros assistentes na partida do Grupo A da competição.
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13/01/09
12/01/09
Dois erros de um estreante
Não foi muito feliz a estreia de Luís Reforço no Estádio do Dragão em jogos disputados pelos denominados "grandes". Esta é, pelo menos, a opinião dos especialistas na matéria de O JOGO. Jorge Coroado, Rosa Santos e António Rola não têm dúvidas de que o árbitro de Setúbal cometeu dois erros graves: o primeiro ao não expulsar Bruno Alves, quando este atingiu Reguila com a chuteira e o segundo, com eventual influência no resultado, ao não assinalar grande penalidade favorável ao FC Porto por falta de Valdomiro sobre Lisandro.
Mais pormenores em: http://www.ojogo.pt/24-326/artigo772676.asp
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A primeira vez de Cissokho

Assegurado na passada sexta-feira como primeiro reforço de Inverno do FC Porto, o defesa francês Aly Cissokho cumpriu esta manhã o primeiro treino integrado no plantel orientado por Jesualdo Ferreira. O jogador, contratado ao V. Setúbal, já tem inclusivamente número para envergar no que resta da época ao serviço dos campeões nacionais: o 28. De resto, se Cissokho já integrou os trabalhos, outro jogador deixou de ser visto no Olival. O jovem Tengarrinha, que vai alinhar por empréstimo até final da época no E. Amadora, já não marcou presença no treino desta manhã, que marcou o arranque da preparação para o jogo com o Nacional, para a Taça da Liga.
Jesualdo Ferreira: «Dois penáltis por marcar»
Jesualdo Ferreira distingue na sua própria equipa a responsabilidade pelo empate frente ao Trofense, mas não deixa de apontar dois lapsos de arbitragem que poderiam mudar o rumo do encontro, sublinhando ainda a disparidade de critérios evidenciados numa só noite. Reconhece os efeitos nefastos pela perda do primeiro lugar, mas garante a preparação da equipa para uma série de seis jogos que, no seu entender, definirão o título.
Intensidade e dificuldade
«As dificuldades que sentimos para marcar explicam-se de duas formas. A incapacidade de dirigir a bola, de a fazer entrar na baliza, e a forma intensa como a equipa entra no jogo, que nos obriga a marcar um golo e a provocar a reacção na outra equipa. Não marcando, a outra equipa passa a acreditar e a defender ainda mais.»
Dominador
«O FC Porto foi dominador, criou um sem-número de oportunidades. O Trofense fez aquilo que o árbitro deixou fazer, envolvendo-se em perdas de tempo e simulações de lesões.»
Dois penáltis
«Ficaram dois penáltis claros por assinalar a favor do F.C. Porto. Convido-os a rever as imagens em que o Fucile e o Lisandro são derrubados na área. Ainda hoje, num jogo que envolveu um candidato ao título e outro que pode assumir essa condição, aconteceu precisamente o contrário. Não houve uniformidade de critérios nesta jornada, sentimo-nos penalizados, mas também sabemos que somos responsáveis por não termos conseguido vencer.»
Agressividade
«Parece que temos dificuldade em ganhar no Dragão. Aconteceu com o Marítimo e, agora, com o Trofense, embora hoje tenha sido diferente, pela forma mais intensa com que jogámos, embora a equipa, na segunda parte, não tenha sido tão agressiva quanto eu pedi.»
Ao ataque na Champions
«Fomos defensivos na Champions, disse o Tulipa? Certamente não viu os jogos do F.C. Porto, porque não se ganham quatro jogos com uma postura defensiva.»
Seis jogos decisivos
«Custa-nos perder o primeiro lugar, porque deixámos de estar na frente e porque isso afecta a equipa. O jogo em Braga vai ser muito complicado, mas sabemos que temos argumentos para vencer. As cinco ou seis jornadas que aí vêm vão definir o título e nós temos de estar preparados para eles. Vamos aprender com estas situações e trabalhar muito. Já superámos situações bem mais difíceis do que as provocadas por um empate em casa com o Trofense.»
Intensidade e dificuldade
«As dificuldades que sentimos para marcar explicam-se de duas formas. A incapacidade de dirigir a bola, de a fazer entrar na baliza, e a forma intensa como a equipa entra no jogo, que nos obriga a marcar um golo e a provocar a reacção na outra equipa. Não marcando, a outra equipa passa a acreditar e a defender ainda mais.»
Dominador
«O FC Porto foi dominador, criou um sem-número de oportunidades. O Trofense fez aquilo que o árbitro deixou fazer, envolvendo-se em perdas de tempo e simulações de lesões.»
Dois penáltis
«Ficaram dois penáltis claros por assinalar a favor do F.C. Porto. Convido-os a rever as imagens em que o Fucile e o Lisandro são derrubados na área. Ainda hoje, num jogo que envolveu um candidato ao título e outro que pode assumir essa condição, aconteceu precisamente o contrário. Não houve uniformidade de critérios nesta jornada, sentimo-nos penalizados, mas também sabemos que somos responsáveis por não termos conseguido vencer.»
Agressividade
«Parece que temos dificuldade em ganhar no Dragão. Aconteceu com o Marítimo e, agora, com o Trofense, embora hoje tenha sido diferente, pela forma mais intensa com que jogámos, embora a equipa, na segunda parte, não tenha sido tão agressiva quanto eu pedi.»
Ao ataque na Champions
«Fomos defensivos na Champions, disse o Tulipa? Certamente não viu os jogos do F.C. Porto, porque não se ganham quatro jogos com uma postura defensiva.»
Seis jogos decisivos
«Custa-nos perder o primeiro lugar, porque deixámos de estar na frente e porque isso afecta a equipa. O jogo em Braga vai ser muito complicado, mas sabemos que temos argumentos para vencer. As cinco ou seis jornadas que aí vêm vão definir o título e nós temos de estar preparados para eles. Vamos aprender com estas situações e trabalhar muito. Já superámos situações bem mais difíceis do que as provocadas por um empate em casa com o Trofense.»
14ª Jornada: FC Porto 0 Trofense 0
Liga Portuguesa 2008/09 – 14ª Jornada
11 de Janeiro de 2009
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 28.408 espectadores
Árbitro: Luís Reforço
Assistentes: António Godinho e Nuno Roque
4º Árbitro: Carlos Xistra
F.C. PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Benítez; Fernando, Raul Meireles e Lucho «cap.»; Lisandro, Hulk e Rodríguez
Substituições: Benítez por Mariano (61 min), Fernando por Guarin (68 min) e Raul Meireles por Farias (80 min)
Não utilizados: Nuno, Pedro Emanuel, Stepanov e Tomás Costa
Treinador: Jesualdo Ferreira
TROFENSE: Paulo Lopes; Paulinho, Milton do Ó «cap.», Valdomiro e Areias; Mércio, Delfim, Hugo Leal e Tiago Pinto; Hélder Barbosa e Reguila
Substituições: Hélder Barbosa por David Caiado (65 min), Hugo Leal por Pinheiro (82 min) e Reguila por Rui Borges (89 min)
Não utilizados: Marco, Lipatin, Sidney e Zamorano
Treinador: Tulipa
Ao intervalo: 0-0
Disciplina: cartão amarelo a Tiago Pinto (36 min), Benítez (58 min), Milton do Ó (60 e 90 min) e Helton (90 min); Cartão vermelho a Milton do Ó (90 min)
Mais fotos e vídeos no Site Oficial
11 de Janeiro de 2009
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 28.408 espectadores
Árbitro: Luís Reforço
Assistentes: António Godinho e Nuno Roque
4º Árbitro: Carlos Xistra
F.C. PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Benítez; Fernando, Raul Meireles e Lucho «cap.»; Lisandro, Hulk e Rodríguez
Substituições: Benítez por Mariano (61 min), Fernando por Guarin (68 min) e Raul Meireles por Farias (80 min)
Não utilizados: Nuno, Pedro Emanuel, Stepanov e Tomás Costa
Treinador: Jesualdo Ferreira
TROFENSE: Paulo Lopes; Paulinho, Milton do Ó «cap.», Valdomiro e Areias; Mércio, Delfim, Hugo Leal e Tiago Pinto; Hélder Barbosa e Reguila
Substituições: Hélder Barbosa por David Caiado (65 min), Hugo Leal por Pinheiro (82 min) e Reguila por Rui Borges (89 min)
Não utilizados: Marco, Lipatin, Sidney e Zamorano
Treinador: Tulipa
Ao intervalo: 0-0
Disciplina: cartão amarelo a Tiago Pinto (36 min), Benítez (58 min), Milton do Ó (60 e 90 min) e Helton (90 min); Cartão vermelho a Milton do Ó (90 min)
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